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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Como selecionar as matérias para estudar

Cursos para Concurso Polícia Científica-PR
Olá pessoal, tudo bem com vocês!

Posso falar com vocês com muita tranquilidade pois, o que não me falta é experiência para tratar desses assuntos. Nesse sentido, quero compartilhar essas dicas sobre "Como selecionar as matérias (ou conteúdo) para estudar"?
Existem vários sites e blogs que abordam esse assunto porém, eu achei essas dicas muito interessantes, tendo em vista que sempre fiz isso,  mas não dessa forma (que por sinal, gostei muito).



“Não há só um método para estudar as coisas.” (Aristóteles)

O primeiro passo - cronograma de atividades semanal

Faça um cronograma apontando todas as suas atividades rotineiras da semana e tenta dimensioná-lo da melhor forma possível, de modo que você consiga "ver" com nitidez o seu tempo que terá para estudar. 

O segundo passo - onde devo aumentar meu foco?

Uma vez que você já tenha consciência dos horários que deverá destinar aos estudos, chegou o memento de verificar quais as matérias deverá estudar nesses horários. Más, é importante que essa seleção seja realizada de uma forma que privilegie o conteúdo com maior peso e maior nível de dificuldade dos demais, aumentando ou diminuindo o tempo para cada tipo. 

Uma boa recomendação é que você se dedique às matérias da seguinte forma:
  1. Matérias com maior peso e maior dificuldade
  2. Matérias com maior peso e menor dificuldade
  3. Matérias com menor peso e maior dificuldade
  4. Matérias com menor peso e menor dificuldade
Você irá dividir o tempo em:
  1. 35% do tempo total de estudo
  2. 35% do tempo total de estudo
  3. 20% do tempo total de estudo
  4. 10% do tempo total de estudo.
Para entender como isso fica vamos ao exemplo onde um concurseiro que tem 4 horas de estudo por dia. Nesse tempo ele irá dividir.
  1. 1 hora e 20 minutos de estudo para a matéria que tem mais peso e tem mais dificuldade.
  2. 1 hora e 20 minutos de estudo para a matéria que tem mais peso e menos dificuldade.
  3. 50 minutos de estudo para a matéria que tem menos peso a mais dificuldade.
  4. 30 minutos de estudo para a matéria que tem menos peso e menos dificuldade.
Fonte: https://estudareaprender.com/guia-completo-de-como-estudar-para-concursos/

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Motivação para estudar.

“O que sustenta e equilibra o homem são suas pequenas manias e hábitos.” (Clarice Lispector)

Olá pessoal!

Nessa postagem, quero compartilhar com vocês sobre o meu 3º concurso público da carreira, como forma de dar corpo e autenticidade nas minhas postagens, além de diminuir a minha distância entre vocês e meu trabalho.

1998 - Concurso Público de Provas e Títulos da SEE-SP para provimento de cargos de Professor de Química (PEB III) e Professor de Ciências Físicas e Biológicas e Matemática (PEB II).


O último concurso desse tipo que eu havia realizado foi em 1993 (o meu primeiro - pura decepção!).
Esse foi, ao meu ver, o meu melhor momento como concurseiro pois, nunca eu estive tão focado nos meus estudos. Eu sabia tudo sobre educação; melhor dizendo, eu estava muito bem entrosado com toda a parte pedagógica (geral) e específica (Química, Ciência e Matemática) que, acabei me inscrevendo para dois cardos e, o que é melhor de tudo: passei nos dois cargos.

Fonte da imagem:
http://www.equipeagoraeupasso.com.br/
Bom, na verdade o melhor estava por vir, a minha classificação no estado de São Paulo foi entre os 50 melhores para uma prova com nível de dificuldade superior ao da FUVEST, segundo analistas da época.

Sem Google e Youbube, sem Internet, sem nenhum tipo de apostila, eu consegui uma classificação entre os melhores professores de São Paulo (sem nunca ter estudado em nenhum cursinho preparatório da vida - não por que não queria, mas por falta de condições financeiras para bancá-los).

Mais do que com vontade de ser aprovado, eu estava muito focado em uma aprovação histórica - a melhor da minha vida. Isso mesmo, eu pensava em ser aprovado em 1º lugar.

O que me levou para esses resultados? A resposta é: motivação para estudar.



“O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo” (Winston Churchill)





Após definir seus objetivos o segundo passo mais importante é definir seus motivos, ou seja, quais os motivos que o levam a querer passar nesse concurso?

Essa pergunta é muito importante para que você consiga seguir motivado a estudar, pois se você não tem motivos suficientemente fortes logo ficará desanimado e desistirá de estudar.

Você pode pensar que seus motivos sejam segurança ou estabilidade, mas existem motivos ainda maiores por trás do desejo de ser aprovado em um concurso. Ter consciência desses motivos é muito importante.

Antes de comentar e compartilhar com vocês sobre o meu 4º Concurso Público, gostaria de compartilhar esse vídeo motivacional imperdível.
Assista e comente.

UM DOS MELHORES VÍDEOS DE MOTIVAÇÃO PARA ESTUDAR EM 2018







Gostou do vídeo, comente! Dê sua opinião e ajude a melhorar esse espaço.
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Classificação dos cargos públicos


Olá concurseiros e concurseiras!

Para quem deseja tornar-se um funcionário público (federal, estadual ou municipal), é importante saber de antemão para que tipo de vaga você está se candidatando. Para isso, é sempre bom dar uma pesquisada antes de realizar sua inscrição. 
Segue algumas dicas que busquei em uma fonte muito boa e fidedigna. 

Os cargos públicos são classificados em três tipos, conforme Gasparini (1995): comissão, efetivo e vitalício.


Veremos cada um deles a seguir:


 Cargo em comissão é aquele ocupado transitoriamente por alguém sem direito de permanecer nele indefinidamente. A Constituição da República qualifica-o de cargo de livre nomeação e exoneração (Art. 37, ll). Estes cargos são próprios para direção, comando ou chefia de certos órgãos, nos quais se precisa de um agente de confiança da autoridade, que o nomeie, que se disponha a seguir sua orientação, ajudando a promover a direção superior da administração. 

Cargo efetivo é o cargo ocupado por alguém sem transitoriedade ou adequado a uma ocupação permanente, mediante concurso público e permanência após o prazo de três anos de estágio probatório, no qual se apurou sua capacidade para permanência.
A estabilidade do servidor público é necessária para o pleno desenvolvimento de suas atribuições, sem medo de perturbações ou ameaças de seus superiores, quando por motivos técnicos ou por razões de interesse público, se negar a cumprir suas ordens ou tiver de agir contrariado a eles ou aos seus interesses.


Cargos vitalícios são descritos na Constituição da República e destinados a receber um ocupante em caráter permanente (Constituição Federal, art. 95 I). No âmbito federal, são os cargos vitalícios os de magistrado (Art. 95, I), os de membros do Ministério Público (art.128, § 5º, I, a) e os de ministros do Tribunal de Contas (art.73, § 3º). Nos demais níveis de governo, essa garantia é concedida aos agentes que, nessa esfera, desempenham funções semelhantes.


Cargo efetivo é o cargo ocupado por alguém sem transitoriedade ou adequado a uma ocupação permanente, mediante concurso público e permanência após o prazo de três anos de estágio probatório, no qual se apurou sua capacidade para permanência.
A estabilidade do servidor público é necessária para o pleno desenvolvimento de suas atribuições, sem medo de perturbações ou ameaças de seus superiores, quando por motivos técnicos ou por razões de interesse público, se negar a cumprir suas ordens ou tiver de agir contrariado a eles ou aos seus interesses.


Cargos vitalícios são descritos na Constituição da República e destinados a receber um ocupante em caráter permanente (Constituição Federal, art. 95 I). No âmbito federal, são os cargos vitalícios os de magistrado (Art. 95, I), os de membros do Ministério Público (art.128, § 5º, I, a) e os de ministros do Tribunal de Contas (art.73, § 3º). Nos demais níveis de governo, essa garantia é concedida aos agentes que, nessa esfera, desempenham funções semelhantes.



Conforme o disposto na Constituição Federal, existem alguns requisitos para a inserção em cargo público como se segue:
• ter nacionalidade brasileira;
• usufruir dos direitos políticos;
• estar quites com as obrigações militares e eleitorais;
• ter o nível de escolaridade exigido;
• idade mínima de 18 anos;
• estar apto físico e mentalmente.

Existem algumas formas para vinculação em cargo público:
Nomeação: em caráter efetivo depende de prévia aprovação em concurso público compatível com a natureza e a complexidade do cargo a ser preenchido;
Promoção: se aplica somente aos cargos escalonados em carreira e sempre se refere ao progresso dentro da mesma carreira, nunca à passagem de uma carreira à outra;
Readaptação: retorno à atividade após limitação que tenha sofrido em sua capacidade física;
Reversão: retorno do servidor aposentado por invalidez à atividade, quando cessada a invalidez;
Reintegração: retorno do servidor à atividade, quando invalidada sua demissão;
Recondução: retorno à atividade, caso o servidor sucessor da vaga não tenha passado no estágio probatório.

A saída do servidor público do seu cargo ou função, denominada vacância poderá ocorrer por vários motivos:

Exoneração: a pedido do servidor ou da administração pública;
Demissão: imposta ao servidor por falta disciplinar;
Promoção: ocorre quando o servidor é promovido de cargo;
Readaptação: quando ocorre a inserção do servidor em cargo incompatível com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, determinada por inspeção médica;
Aposentadoria: cessamento de suas atividades no cargo público, sendo remunerada. A aposentadoria pode ser compulsória, voluntária ou por invalidez;
Falecimento.
Fonte: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/classificacao-dos-cargos-publicos/43313

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Estudar para passar no concurso público - qual a garantia?

Como garantir minha vaga em um concurso público?

A resposta é muito simples e objetiva! Sendo aprovado com "boa nota". 

Bom! Na verdade, não é tão simples assim. Uma coisa é ser aprovado numa prova, outra é ser "bem classificado" para concorrer às vagas em questão. Aqui é que mora todo o segredo dos bons concursistas.

Meu histórico de concursista 

O meu primeiro concurso público foi em 1993 para Professor Titular de Química da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, na gestão do então governador Fleury, ano em que ocorria uma das maiores greves da categoria na história. Muitos professores "contratados" e "estáveis" que já ocupavam suas funções por mais de 10 anos aguardavam por esse concurso para terem a oportunidade de se efetivarem nos seus cargos e prosseguirem na carreira, usufruindo de todos os seus direitos como Titulares do Cargo. Enfim, foi um concurso para 1200 vagas disponíveis para o estado de São Paulo e, acreditem, só foram aprovados 10% desse total. 
Nunca vou me esquecer desse concurso pois, era a coisa mais importante para a minha vida; começo de carreira e um sonho de ter um cargo público garantido. 
Sempre fui muito dedicado aos estudos e, até me considerava um autodidata. Eu era um dos melhores alunos do meu curso na faculdade e sempre gostei de estudar e de tirar boas notas. Bom, querem saber, acertei 39 das 40 questões específicas. Até aí, tudo muito bom, até eu conferir a parte geral e ver que eu havia acertado apenas 5 de 20 questões. Minha nossa! Como foi difícil para eu acreditar  e aceitar aquele triste resultado.

Importância de ler o Edital do Concurso por completo

Tentando entender o que aconteceu comigo, com todo o conhecimento que eu tinha sobre o meu curso, minha formação acadêmica, minha dedicação...; resolvi revisitar o Edital do Concurso e, pasmem, descobri que eu não estava preparado para nenhum concurso muito menos para o nível cobrado pela instituição mais respeitada de São Paulo (a VUNESP).
Percebi que cometi um dos piores erros de um candidato - não ler na íntegra o edital do concurso. Por isso, só me concentrei em estudar o conteúdo da minha área específica e não me ative com a parte pedagógica e legislação. Me frustei ainda mais quando percebi, após leitura e estudo de parte do que não havia atentado, que poderia ser aprovado e muito bem classificado. 

1994 - Prefeitura Municipal de São Paulo: Concurso Público de provas e títulos para Professores Adjuntos de Ciências Físicas e Biológicas e de Professores Adjuntos de Matemática.

Ao perceber a grande instabilidade de se manter nas empresas privadas pelas quais eu passei, como Analista Químico de Águas Industriais e, em outra empresa como Analista Químico de Não Ferrosos, o baixo salário, desarmonia nas relações de trabalho, pressão psicológica o tempo todo, mudanças periódicas de turnos  de trabalhos. Como se manter em um ambiente tão instável e, sobretudo, inseguro do ponto de vista da empregabilidade e da ascensão na carreira?



Já trabalhando como professor comissionado (sem os direitos de um titular), me inscrevi para os dois cargos supracitados (Professor de Ciências e de Matemática), com intenção de ser aprovado nos dois cargos, por um motivo muito simples: eu tinha necessidade dos dois salários para ficar mais tranquilo financeiramente. Afinal, eu ganharia mais e trabalharia bem menos. 
Minha primeira grande ação: ler o Edital do Concurso por completo.

Bom, só para lembrar! Não existia o Google e nem o YouTube para nossas consultas!
Ou você tinha os seus livros e apostilas específicas para estudar ou você tinha que ter uma estratégia muito eficiente de estudo, além do tempo para isso, para "devorar" uma bibliografia tão volumosa, indicada pelo edital em questão. 

Com toda certeza, eu tive que fazer tudo completamente diferente do que eu havia feito antes, em termos de estratégia de estudo. Sem poder parar de trabalhar, passei a estudar praticamente todos os dias, alternando conteúdos gerais e específicos para não me cansar muito e, assim se sucedeu uma série de momentos estonteantes de estudos até o dia anterior ao das provas.

Estudar sempre é atualizar-se


Comecei, a partir daí, estudar para a vida; estudar todos os dias, estudar sempre e não para os concursos. Mas, como estudar com efetividade e eficácia sem ter todo o material bibliográfico indicado em mãos? Praticamente impossível! Daí a importância de se dedicar, praticamente, o dia todo, para tentar absorver ao máximo, o que se tem disponível em mãos. 
Eu fazia, na época, uma corrente de compartilhamento de materiais, via correios, através dos colegas de trabalho e amigos que estavam envolvidos com os estudos dos concursos, trocando materiais. De vez em quando, surgia uma apostila recheada de conteúdos para estudo, valendo "ouro". Era a salvação para muitos (quase sempre) que ainda não havia encontrado quase nada da bibliografia indicada. 
Resultado: fui aprovado nas duas provas e, ainda mais, em 28º lugar em Ciências. 
Um concurso deste nível, normalmente, se inscrevem mais de 5 mil candidatos para concorrerem às 600 vagas. Detalhe! Não realizei nenhum tipo de cursinho preparatório. Não por que eu não necessitasse, mas por falta de condições financeira para bancar os custos.

Vejam algumas táticas e estratégias de estudo de alguns concurseiros aprovados em 1º lugar

Confira as estratégias de estudo adotadas por 8 concurseiros que foram aprovados em primeiro lugar em alguns dos concursos mais disputados e cobiçados do Brasil.

No topo da lista de aprovados de concursos como o da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, do Tribunal Regional do Trabalho, do Tribunal Regional Federal, da Receita Estadual do Rio de Janeiro, Petrobras e Ministério da Fazenda, estes concurseiros revelam como foi o tempo de preparação e quais foram as melhores táticas de estudo no caso deles. Clique nas fotos, confira o que eles disseram e que serve de inspiração para quem ainda está na trilha rumo aprovação: 



  • João Renda Fernandes: 1º lugar no concurso de juiz do Trabalho no TRT 18ª Região

Fonte: exame.abril.com.br/carreira
Assim que se formou em Direito, João Fernandes já começou a se dedicar aos estudos para concursos públicos. Foi advogado concursado do IRB-Brasil Resseguros e do SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados. Foi aprovado em outros concursos, mas não assumiu, como o de advogado da Petrobras Distribuidora e da Dataprev, conta. Em 2009 assumiu como oficial de Justiça Avaliador, no TRT da 1ª Região, onde trabalhou 4 anos. Para concursos de juiz do trabalho, a preparação foi de dois anos, mas a bagagem dos concursos anteriores ajudou muito, diz. Mas, como também trabalhava, não ficava estudando por horas a fio. “Mas sempre procurei manter o estudo e a atualização jurídica como elementos constantes e regulares em minha vida”, diz. Estudava em bibliotecas e em ambientes tranquilos. “Procurava esquecer o mundo externo, em especial o celular, durante as horas de estudo para aproveitar ao máximo os momentos de concentração”, conta. Também frequentou o curso preparatório Toga, no Rio de Janeiro, durante um ano e meio. A tática de fazer resumos o ajudou bastante. “Sobretudo em momentos nos quais era necessário fazer uma breve revisão”, diz. Realizar provas de concurso trouxe lições essenciais, diz Fernandes. “Cada questão que erramos e cada etapa não superada representam um aprendizado. Tirei muitas lições também nas reprovações”, diz. Dificuldades no caminho? Muitas, diz ele. “Nas sábias palavras de Fernando Pessoa: pedras no caminho? Guardo todas. Um dia vou construir um castelo”, cita.

  • Ricardo Pereira: 1º lugar em concurso de agente da PRF
Fonte: exame.abril.com.br/carreira
As carreiras policiais sempre foram a paixão profissional de Ricardo Pereira. Ele conta ter se preparado por três anos e meio até ser aprovado em 1º lugar no concurso de agente da Polícia Rodoviária Federal, em 2013. “O tempo que realmente tinha para estudar ao longo do dia girava em torno de 4 a 5 horas”, diz ele, que dividia o tempo entre trabalho e estudo. Com isso, Pereira procurava aproveitar ao máximo o tempo disponível: “ouvia a matéria em mp3 durante deslocamentos e lia os resumos que fazia no intervalo de almoço”. À noite, lia livros, apostilas e assistia a videoaulas. Aluno do curso online Agora Eu Passo, Pereira destaca o planejamento como um fator incontroverso para seu sucesso. “Devem ser estabelecidos objetivos de curto, médio e longo prazo, ou seja, as matérias, capítulos, exercícios que deverão ser estudados semanalmente, mensalmente e semestralmente”, explica. Para isso ele elaborou uma planilha de estudos. “Encaixava 2 a 3 matérias por dia, de acordo com a necessidade, e assistia a 2 ou 3 videoaulas de 30 minutos cada”, conta. Reservando uma hora a uma hora e meia para cada matéria, Pereira separava ainda 15 minutos iniciais para as revisões dos pontos estudados anteriormente e um tempo final para resolver questões.


  • Érico Teixeira: 1º lugar no concurso como juiz do TRF
Fonte: exame.abril.com.br/carreira

A preparação de Érico Teixeira, aprovado em primeiro lugar no concurso de juiz do TRF 2ª Região, em 2003, começou desde os tempos da faculdade. “Antes de ser aprovado na magistratura federal, fui aprovado em outros concursos, como técnico judiciário do TJRJ, advogado da FINEP e procurador federal da AGU”, diz. Além do tempo de faculdade, foram mais 4 anos de estudo. “Especificamente para a magistratura federal, estudei por um ano. Mas já havia toda uma base da preparação anterior para outros concursos da área jurídica”, conta. Ele estudava diariamente e acredita que o mais importante é que o candidato tenha rotina de estudos. Durante a preparação,eram de duas a três horas por dia. Após ser aprovado para a segunda e terceira fases do concurso, estudava todo o tempo disponível. “Aí são 6, 7, 8 horas por dia”, diz. Fez cursos preparatórios, aos sábados, porque trabalhava durante a semana. “Sim, é possível trabalhar e estudar ao mesmo tempo. Dos cursos que fiz, para a magistratura federal, destaco o Ênfase, que me ajudou muito, principalmente na preparação para a prova de sentença”, diz. Segundo ele, que hoje é também professor do Ênfase, o concurseiro deve elaborar um plano de estudos, a partir do tempo que tem disponível para estudar. “É importante estudar todas as matérias. Outro ponto que me ajudou foi estudar através de resumos e anotações de aulas”, conta. Seu maior segredo para passar? “Estudar com frequência, sempre, e de forma contínua”, diz.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/8-aprovados-em-1o-lugar-revelam-suas-taticas-de-estudo/